Alene Lins, jornalista de quem já falei aqui neste blog, me escreve contando as aventuras do seu primeiro Rally. Foi vítima do deslumbramento com as coisas e paisagens que rodeiam esse tipo de esporte.
Claro, por isso, deixou a competição em segundo plano. E já decretou: certamente, terá sido o primeiro e o último rally do qual participa.
Seu olhar de jornalista está mais atento à poesia do que à velocidade. Mais afeito à paisagem do que ao troféu. Mas a aventura dela vale a pena ser lida. Está lá, no
blog que ela mantém, pra que ninguém corra o risco de esquecê-la tão logo.
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