sábado, 10 de setembro de 2011
Lana Del Rey
Bom dia, comunidade!!!
Pra começar o sábado, Lana Del Rey. O novo fenômeno da música mundial. Ela ainda nem lançou seu primeiro disco (o que deve acontecer em um mês) mas já arrebata corações e mentes por este mundo a fora.
Assistindo os dois primeiros videoclips liberados pela guria, a gente não tem muito do que discordar. O primeiro, Video Games virou febre na internet e teve mais de 70 mil acessos em um mês. A promessa da gravadora é que no dia 11 de outubro o disco chegue às melhores casas do ramo, em todo o mundo.
No segundo, Blue Jeans, a moça esbanja a imagem retrô e uma voz marcante, digna das grandes damas da música internacional. Olha só, veja se não é pra comemorar:
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Olhar de fotógrafo
Os balões que eu enxerguei, de manhã, abriram o meu dia. Agora há pouco, Ronaldo Ferreira me mandou uma foto de balões, que ele enxergou. Pra fechar o dia. Nem uma palavra a mais, nem uma a menos. Os Balões de Brasília, pelo olhar de Ronaldo Ferreira.
Balões de Brasília
Indo para o trabalho, hoje de manhã, deparei-me com o céu cheio de balões. Eles estarão aqui até o domingo. Participam de um campeonato nacional de balonismo. De dentro do carro, em meio ao trânsito nada cristão das manhãs brasilienses, o colorido dos balões no céu azul funcionava como um bálsamo.
Um pensamento fugaz, de criança, me invadiu a mente: "Vou esticar as mãos e pegar um pra mim".
Um pensamento fugaz, de criança, me invadiu a mente: "Vou esticar as mãos e pegar um pra mim".
Paseros y changarines
Acabo de receber o convite para a abertura da nova exposição do meu amigo Pablo Rey, fotógrafo e produtor argentino, que conheci em Cochabamba, na Bolívia, durante o processo de finalização do roteiro do documento-ficcional "Teoponte, voltaremos às montanhas". Sobre Pablo, já falei aqui. E quem quiser conhecer um pouco mais sobre o projeto Teoponte, pode clicar aqui.
Pablo inaugura dia 15 de setembro, no Centro Cultural Borges, em Buenos Aires, uma exposição fotográfica chamada "Paseros y Changarines", que numa tradução livre para o português pode ser compreendido como "Andarilhos e biscateiros".
O texto que explica a exposição é instigante e traz a marca do trabalho que o Pablo faz. Confira aí:
Andarilhos e Biscateiros
Clorinda vive da fronteira. Sua condição de cidade vizinha a Assunção, Capital do Paraguai, a faz única. Lotada de comércios, postos e depósitos a cidade se transforma em um funil para a Passarela da Fraternidade. Quarenta metros de uma ponte de madeira que cruzam um riacho-limite inexistente.
Eles chegam de bairros periféricos de Clorinda, ou vêm de outra localidade, Porto Elsa, também no Paraguai. Chegam sós, com amigos, com um filho, ou com tudo isso junto. Famílias de andarilhos e biscateiros. Uma condição do destino ou um fardo de herança. Trazem estopa, corda e muita disposição para trabalhar.
Reúnem-se em uma longa espera, jogam baralho, contam piadas. Misturam-se os idiomas, as risadas, o rádio e o silêncio. Conhecem-se desde sempre. Porque desde pequenos fazem esse mesmo caminho. Dia a dia ocupados, desocupados eternos.
Aos amigos de Buenos Aires e aos que estiverem passando por lá nestes dias, não deixem de conhecer o trabalho do Pablo. Quem não estiver, pode clicar aqui e ver todas as imagens da exposição.
Pablo inaugura dia 15 de setembro, no Centro Cultural Borges, em Buenos Aires, uma exposição fotográfica chamada "Paseros y Changarines", que numa tradução livre para o português pode ser compreendido como "Andarilhos e biscateiros".
O texto que explica a exposição é instigante e traz a marca do trabalho que o Pablo faz. Confira aí:
Andarilhos e Biscateiros
Clorinda vive da fronteira. Sua condição de cidade vizinha a Assunção, Capital do Paraguai, a faz única. Lotada de comércios, postos e depósitos a cidade se transforma em um funil para a Passarela da Fraternidade. Quarenta metros de uma ponte de madeira que cruzam um riacho-limite inexistente.
Eles chegam de bairros periféricos de Clorinda, ou vêm de outra localidade, Porto Elsa, também no Paraguai. Chegam sós, com amigos, com um filho, ou com tudo isso junto. Famílias de andarilhos e biscateiros. Uma condição do destino ou um fardo de herança. Trazem estopa, corda e muita disposição para trabalhar.
Reúnem-se em uma longa espera, jogam baralho, contam piadas. Misturam-se os idiomas, as risadas, o rádio e o silêncio. Conhecem-se desde sempre. Porque desde pequenos fazem esse mesmo caminho. Dia a dia ocupados, desocupados eternos.
Aos amigos de Buenos Aires e aos que estiverem passando por lá nestes dias, não deixem de conhecer o trabalho do Pablo. Quem não estiver, pode clicar aqui e ver todas as imagens da exposição.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Um caso a mais
Porque é de uma beleza sem par. Porque é feriado. E porque é bom de ouvir. Margareth Menezes e Luis Represas. Um caso a mais.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Abelha e Rosa
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| Estátua em homenagem a Guerra Junqueiro. |
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| Rosa Damasceno |
Junqueiro foi advogado, escritor, poeta e jornalista. Sua poesia e seus textos, relatam os registros históricos, deram uma contribuição preciosa para criar o ambiente revolucionário que resultou no fim da monarquia e na implantação da República Portuguesa.
Rosa Damasceno era filha de militar. Nasceu na cidade do Porto e, muito cedo, enveredou pelo ofício de atriz. Depois de relativo sucesso no Alentejo, transferiu-se para Lisboa e viu crescer o seu trabalho e o seu reconhecimento. Antes de morrer, Rosa fez uma digressão ao Brasil, passando pelo Rio de Janeiro e por São Paulo.
Hoje de manhã, na minha rotineira visita aos blogs amigos, encontrei algo simples e delicioso de ler. Uma quadrinha publicada, acreditem, naqueles tempos. Suponho, uma ousadia para a época. A quadra foi resgatada e está postada, inclusive com a imagem dos originais, no blog Dias Que Voam.
Não à toa, Tereza, minha amiga blogueira, se confessa surpreendida. Não imaginava um Guerra Junqueiro menos sisudo que o da imagem publicada no alto deste post.
Agora que já conhecem os personagens, eis o poema em questão, dedicado por Junqueira à Rosa.
Uma pergunta curiosa,
Não me dirás, flor vermelha,
porque é que Deus te fez Rosa
e a mim não fez abelha...
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| Original do poema escrito por Junqueiro e dedicado a Rosa |
domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Proteção
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Música de Brinquedo
O Pato Fu é um grupo mineiro que já embalou muitas das minhas noites e viagens. A voz, doce e pouca, de Fernanda Takai me remete sempre a um time de grandes musas da MPB, capitaneadas por Nara Leão. Além da delicadeza da voz da Fernanda, o grupo ocupa a vanguarda da nova música brasileira pela criatividade e pela ousadia.
Há pouco tempo, eles decidiram brincar. E, brincando, colocaram brinquedos entre os equipamentos da banda para rodarem o Brasil entre 2010 e 2011, na turnê do disco que se chama, não por coincidência, Música de Brinquedo. Em abril deste ano eles desembarcaram em São Paulo, no auditório do Ibirapuera. Era uma tarde de domingo. E eles aproveitaram para encher aquele espaço nobre com música tiradas de brinquedos e para gravar um DVD com o show.
A apresentação em São Paulo foi um marco na turnê. Muita gente conhecida e famosa, como se pode perceber no vídeo de bastidores das gravações. Entre outros estavam lá, Zé Ramalho, Ritchie e Rita Lee. O DVD Música de Brinquedo, Ao Vivo chega às lojas agora, em setembro. Mas o Pato Fu já disponibilizou na internet, um preview do que vem por aí. Aperte o play e curta:
Há pouco tempo, eles decidiram brincar. E, brincando, colocaram brinquedos entre os equipamentos da banda para rodarem o Brasil entre 2010 e 2011, na turnê do disco que se chama, não por coincidência, Música de Brinquedo. Em abril deste ano eles desembarcaram em São Paulo, no auditório do Ibirapuera. Era uma tarde de domingo. E eles aproveitaram para encher aquele espaço nobre com música tiradas de brinquedos e para gravar um DVD com o show.
A apresentação em São Paulo foi um marco na turnê. Muita gente conhecida e famosa, como se pode perceber no vídeo de bastidores das gravações. Entre outros estavam lá, Zé Ramalho, Ritchie e Rita Lee. O DVD Música de Brinquedo, Ao Vivo chega às lojas agora, em setembro. Mas o Pato Fu já disponibilizou na internet, um preview do que vem por aí. Aperte o play e curta:
Pegando, na sexta!
Gabriel entrou no carro cantarolando essa música. Pegou na minha cabeça. É bom começar assim a sexta-feira. Pegando aquela criatura. Procurei uma versão com a Cassia Eller, que foi a que mais me marcou. Mas achei com o Caetano, que também é boa. Também faz jus. Então, tá ai. Pra esquentar os tamborins.
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